A segunda fase da Operação Pretorianos cumpriu nesta quinta-feira (29) mandados de prisão de dois policiais militares aposentados, suspeitos de constituição de organização criminosa voltada à exploração ilegal de jogos de azar e à corrupção ativa. Eles fazem parte da segurança de familiares do contraventor Rogério de Andrade, que atualmente está preso em presídio federal.![]()
![]()
A denúncia foi feita à Justiça pelo Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (Gaeco/MPRJ).
Em comunicado, o MPRJ diz que os mandados de prisão obtidos pelo Gaeco foram cumpridos em endereços na cidade do Rio de Janeiro e na Penitenciária Federal em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. A ação contou com o apoio da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ), da Corregedoria-Geral da Polícia Militar e da Delegacia de Polícia Judiciária Militar (DPJM).
Marcos Antonio de Oliveira Machado, conhecido como Machado, e Carlos André Carneiro de Souza, identificado como Carneiro, que fazem parte da equipe de segurança pessoal do contraventor e prestam serviços diretos a Rogério de Andrade e a seus familiares, foram presos na manhã desta quinta-feira (29).
De acordo com o Gaeco, Carlos André, em conjunto com Rogério de Andrade, foi denunciado por subornar um policial militar da ativa para obter informações sigilosas sobre operações policiais e para direcionar ações contra estabelecimentos de jogos clandestinos explorados por grupos criminosos rivais.


